Warrant

A opção de compra emitida pela própria empresa: o warrant, bônus de subscrição no Brasil, dá o direito de comprar ações do emissor a preço fixado, tipicamente em prazos longos, de anos. A diferença crucial para a opção comum: no exercício, a empresa emite ações novas e embolsa o dinheiro, diluindo os demais sócios, enquanto na opção de bolsa os papéis apenas trocam de mãos.

Exemplo Prático

Numa captação, a empresa oferece debêntures acompanhadas de bônus de subscrição a R$ 15 por ação, exercíveis em até cinco anos. Se o papel chegar a R$ 28, os detentores exercem: a companhia recebe o caixa dos R$ 15, novas ações nascem, e o lucro por ação dos antigos sócios divide-se por uma base maior.

PlatomAI Explica

O warrant é o bilhete dourado impresso pela própria fábrica: quem o emite é quem fabrica as ações, e cada bilhete exercido sai da máquina como ação nova, diluindo os donos de sempre. A opção desta casa é aposta entre investidores; o warrant mexe no capital da empresa, e a régua manda ler a diluição antes do brilho.

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