Triângulo (Padrão Gráfico)

Padrão de congestão em que as oscilações do preço vão encolhendo entre duas linhas convergentes. Tem três variedades clássicas: o simétrico (topos descendentes e fundos ascendentes), o ascendente (teto horizontal e fundos ascendentes) e o descendente (piso horizontal e topos descendentes). A literatura o trata majoritariamente como padrão de continuação, com a ressalva de que a direção só se conhece no rompimento.

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Exemplo Prático

Após uma alta forte, uma ação passa seis semanas oscilando cada vez menos: topos um pouco mais baixos, fundos um pouco mais altos, volume secando. O triângulo simétrico se fecha até que o preço rompe uma das linhas, e é esse rompimento, não o desenho, que os analistas esperam para concluir a leitura.

PlatomAI Explica

É uma mola sendo comprimida: compradores e vendedores brigando num espaço cada vez menor, com cada vez menos energia trocada. A geometria garante uma coisa só: o espaço vai acabar, e alguém vai sair pela lateral. O que a geometria não garante é o lado, e é por isso que o analista sério olha o triângulo como promessa de movimento, não de direção.

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