Topos e Fundos Ascendentes
O mecanismo estrutural que define a tendência de alta na leitura clássica: a sucessão em que cada topo supera o anterior e cada fundo se forma acima do fundo prévio. Mais que um padrão, é o critério objetivo de diagnóstico: a tendência existe enquanto a sucessão existir, e o exame dessa sequência é o primeiro passo de qualquer leitura estrutural de gráfico.
Exemplo Prático
Ao abrir um gráfico desconhecido, um analista marca os últimos topos e fundos relevantes: 31, 28, 34, 30, 37. Topos subindo (31, 34, 37), fundos subindo (28, 30). Antes de qualquer indicador, a espinha dorsal do movimento já está diagnosticada pela simples ordenação dos números.
PlatomAI Explica
São as pegadas na trilha de subida. Cada pegada mais alta que a anterior, incluindo as de descanso, conta que a caminhada segue morro acima, sem precisar ver o caminhante. A elegância do critério é dispensar opinião: ou os números se ordenam em escada, ou não se ordenam. É o mais perto que a análise gráfica chega de um exame de sangue: objetivo, binário e anterior a qualquer interpretação.