Terceirização

Contratar fora o que se fazia dentro: a transferência de atividades a empresas especializadas, da limpeza ao call center, e, desde a reforma de 2017, também da atividade-fim, o marco que encerrou décadas de litígio sobre o que podia ou não ser terceirizado no Brasil. O debate econômico segue: eficiência e especialização de um lado, precarização e responsabilidade da cadeia do outro.

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Exemplo Prático

A indústria que terceiriza logística troca frota própria por contrato: capital liberado, flexibilidade, e a qualidade agora governada por SLA e fiscalização, não por hierarquia. A responsabilidade subsidiária mantém a tomadora na linha: calote trabalhista do terceiro bate na porta de quem contratou.

PlatomAI Explica

A terceirização é a fronteira da firma em movimento: a pergunta de Coase, fazer dentro ou comprar fora?, respondida caso a caso pelos custos de transação. A reforma de 2017 tirou o juiz da resposta e devolveu ao contrato, e a régua da casa é gerencial e ética a um tempo: terceiriza-se bem o que se consegue especificar e fiscalizar, e terceirizar responsabilidade, essa, a lei lembra, não desce do balanço de ninguém.

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