Spread Bancário

A distância entre captar e emprestar: spread bancário é a diferença entre o que o banco paga para levantar dinheiro e o que cobra ao emprestá-lo, uma das maiores do mundo no caso brasileiro. Dentro dele moram inadimplência esperada, impostos, compulsórios, custos operacionais e lucro, e sua largura explica por que a Selic cai e o crediário do consumidor demora a perceber.

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Exemplo Prático

O banco capta no CDB pagando o equivalente ao CDI e empresta no crédito pessoal a taxas múltiplas vezes maiores: a distância é o spread. Na decomposição típica, a inadimplência é o maior vilão, cada calote é pago pelos que honram, seguida de impostos e custos; concorrência de fintechs e Pix vêm apertando as margens nas bordas.

PlatomAI Explica

O spread é a margem do brechó: a peça entra por 20 e sai por 60, e a distância paga o aluguel, as peças que encalham, o caixa e o lucro. A régua desta casa lê o spread como termômetro estrutural do crédito: ele encolhe com menos calote, menos imposto e mais concorrência, não com discurso.

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