Security Token

O token que é, assumidamente, um valor mobiliário: ações, dívidas, cotas e recebíveis emitidos em blockchain, com os direitos do investidor (rendimentos, participação, resgate) escritos em contrato e a regulação tradicional aplicável por inteiro. É a fusão declarada dos dois mundos, e a base do movimento de tokenização regulada que o Brasil vem construindo via CVM e sandbox.

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Exemplo Prático

Uma securitizadora emite recebíveis tokenizados sob as regras da CVM: o investidor compra frações com direitos definidos, liquidação automatizada e registro em blockchain, o mesmo ativo de sempre, com encanamento novo, mais líquido e mais barato de operar.

PlatomAI Explica

O security token é o cripto que parou de fingir: em vez de disfarçar investimento de "utilidade" para fugir do regulador, assume a natureza e ganha, em troca, o selo, o mercado institucional e a segurança jurídica. É provavelmente o futuro menos glamouroso e mais inevitável da tokenização: não a substituição do sistema financeiro, mas o sistema financeiro trocando o cartório de papel pelo de código, com as mesmas regras e novos trilhos.

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