Riscos de Operação e Liquidação
O risco entre o sim e a entrega: a família que vive no intervalo dos negócios, o risco de liquidação (a contraparte falhar na hora de entregar ou pagar), o pré-liquidação (ela quebrar entre o fechamento e a data de liquidar), o intradiário (as exposições ao longo do dia) e o de custódia (falhas na guarda dos ativos). A resposta institucional tem nomes nesta casa: clearing como contraparte central, entrega contra pagamento, depositária segregada.
Exemplo Prático
No câmbio, o risco clássico era pagar reais de manhã e a contraparte quebrar antes de entregar os dólares à tarde, o risco que derrubou o Herstatt em 1974 e batizou uma era de reformas: hoje, sistemas de pagamento contra pagamento o extinguiram nas grandes praças.
PlatomAI Explica
Esta família é o motivo de o encanamento deste glossário existir: clearings, garantias, DVP e depositárias são as respostas civilizatórias ao risco de o combinado não virar entregue. O investidor comum quase nunca o sente, e é exatamente esse o elogio: risco de liquidação bem administrado é aquele de que ninguém precisa lembrar, pago em margens e estrutura, todos os dias, silenciosamente.