Risco de crédito privado

O risco de calote fora do guarda-chuva público: risco de crédito privado é a possibilidade de perda em títulos de empresas e securitizações, debêntures, CRIs, CRAs, FIDCs, que não contam com FGC nem com a solidez do Tesouro. Envolve o default raro, o rebaixamento ocasional e a reprecificação constante do spread, e exige análise de emissor, garantia e liquidez.

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Exemplo Prático

Uma debênture paga CDI mais 2,5% enquanto o Tesouro Selic paga o CDI puro: os 2,5% são o preço do risco corporativo. Numa crise de crédito, mesmo sem calote, os spreads abrem, os preços caem e fundos sofrem resgates em cadeia, o investidor descobre que o risco existia quando ele aparece no extrato.

PlatomAI Explica

O crédito privado é a travessia sem guarda-corpo: o caminho costuma ser tranquilo, e o spread extra é exatamente o pagamento por andar sem a proteção do FGC desta casa. A régua cobra o essencial: prêmio que não remunera o risco é travessia de graça, e diversificação aqui não é virtude, é pré-requisito.

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