Pivô de Baixa
O espelho do pivô de alta: o preço forma um topo, cai criando um fundo local, repica formando um topo mais baixo, e o pivô arma; a perda do fundo local aciona a estrutura, registrando a primeira sequência descendente completa (topo mais baixo seguido de fundo perdido). Igualmente binário e objetivo, é o marco clássico de deterioração estrutural na escola brasileira.
Exemplo Prático
No alto de uma subida, uma ação faz topo em R$ 48, cai a R$ 45, repica apenas até R$ 46,80 e volta a cair. Quando perde os R$ 45, o pivô de baixa está acionado: topo descendente e fundo rompido, a gramática da queda escrita pela primeira vez naquela região.
PlatomAI Explica
A mesma engrenagem, girando para o outro lado. O repique que morre abaixo do topo anterior é o aviso; o fundo perdido é a confirmação; juntos, formam a primeira frase completa no idioma da baixa. Como todo marco objetivo, o pivô não prevê o tamanho do movimento, apenas certifica, com data e preço, que a estrutura trocou de assinatura.