Fundo de Tijolo

O FII que investe em imóveis físicos: lajes corporativas, shoppings, galpões logísticos, agências, hospitais, hotéis. A receita nasce dos aluguéis e a valorização, dos imóveis; os riscos têm nome e endereço: vacância, inadimplência, ciclo imobiliário e obsolescência dos ativos. Contrapõe-se aos fundos "de papel", que investem em títulos de crédito imobiliário (CRIs) em vez de paredes.

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Exemplo Prático

Um cotista de um FII de galpões logísticos recebe mensalmente sua fração dos aluguéis pagos por transportadoras e varejistas; acompanha nos relatórios a vacância, os vencimentos de contratos e as revisionais. Comprou exposição a imóveis por algumas centenas de reais, com liquidez de bolsa, sem escritura, ITBI ou inquilino ligando de madrugada.

PlatomAI Explica

O fundo de tijolo é ser sócio do prédio sem carregar a escritura: o condomínio de investidores que transforma lajes e galpões em cotas líquidas e renda mensal. A troca é honesta: você abre mão do controle (e das dores) do imóvel próprio e ganha diversificação, gestão profissional e liquidez, ao custo de ver, na tela, o mercado reprecificar seu "imóvel" todos os dias, coisa que a escritura na gaveta piedosamente esconde.

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