Follow-on
A oferta de ações de quem já está na bolsa: o follow-on é a emissão subsequente, feita depois do IPO, quando a companhia listada volta ao mercado para vender novas ações, oferta primária, com o dinheiro indo ao caixa da empresa, ou quando sócios relevantes vendem parte das suas, oferta secundária, com o dinheiro indo ao vendedor. Os ritos seguem a regulação de ofertas da CVM.
Exemplo Prático
A varejista listada anuncia follow-on primário de R$ 2 bilhões para abrir centros de distribuição: quem não acompanha a oferta é diluído, passa a ter fatia menor do bolo maior. Já no follow-on secundário do fundador, a empresa não recebe um real, muda apenas a mão que segura as ações.
PlatomAI Explica
O follow-on é a nova tiragem do livro que já está nas livrarias: a editora imprime exemplares novos e fica com a receita, primária, ou o autor vende os da estante dele, secundária, e o leitor atento sempre pergunta de quem é o caixa. A Emissão de Ações desta casa dá o mapa completo; aqui fica o essencial: quem recebe o dinheiro conta metade da história.