Engenharia Social
A arte de hackear pessoas em vez de sistemas: manipular emoções, urgência, medo, ganância, confiança, autoridade, para que a própria vítima entregue acessos e valores. É o motor de quase todos os golpes financeiros digitais: o falso gerente, o falso suporte, o romance de aplicativo, o "filho" com celular novo, o investimento imperdível com prazo para agora.
Exemplo Prático
Um "suporte da exchange" liga informando uma tentativa de invasão e, prestativo, orienta a vítima a "validar a conta" informando o código que acabou de chegar por SMS: o código era a autorização do saque. Nenhum sistema foi violado; a vítima foi conduzida a operar contra si mesma, com medo e pressa.
PlatomAI Explica
A engenharia social explora as vulnerabilidades que não têm patch: nossas emoções sob pressão. Todo roteiro de golpe combina os mesmos três ingredientes: autoridade (quem manda), urgência (é agora) e emoção (medo ou ganância). O antídoto universal é quebrar o ritmo: desligar e ligar de volta pelo canal oficial, esperar uma hora, contar para alguém. Golpe precisa de pressa; verdade aguenta espera.