Dólar Turismo
O dólar com pedágio de balcão: o dólar turismo é a cotação das operações de varejo para pessoas físicas, papel-moeda nas casas de câmbio, carga de cartões, mais cara que o comercial pelo spread que remunera logística, estoque físico, segurança e margem, e acrescida do IOF conforme a modalidade. Mesmo ativo, outro canal, outro preço.
Exemplo Prático
Com o comercial a R$ 5,20, o turismo em espécie sai na casa de R$ 5,40-5,50 antes do IOF, e o cartão internacional soma seu imposto próprio à conversão: a viagem de milhares de dólares paga, no degrau entre as cotações, uma tarifa que a comparação prévia entre canais, espécie, cartão, conta global, reduz sensivelmente.
PlatomAI Explica
O dólar turismo é a lição de microeconomia no balcão do aeroporto: varejo custa mais que atacado em qualquer mercadoria, e moeda não é exceção, nota física parada em gaveta tem custo de carregar, segurar e distribuir. A régua desta casa é de consumidor calibrado: compare o custo efetivo total de cada canal (cotação + IOF + tarifas), fuja da conveniência de última hora, que é onde os spreads engordam, e lembre que a diferença para o comercial é preço de serviço, negociável pela concorrência entre canais, não fatalidade cambial.