Covenant

As cláusulas-guardiãs da dívida: covenants são os compromissos contratuais que o devedor assume perante os credores, manter a alavancagem abaixo de um teto (dívida líquida sobre EBITDA), não vender ativos essenciais, não distribuir dividendos além do combinado, cuja violação configura o default técnico desta casa, mesmo com todas as parcelas em dia, abrindo renegociação ou vencimento antecipado.

Exemplo Prático

A escritura da debênture fixa o covenant de alavancagem em 3 vezes; um trimestre ruim leva a razão a 3,2, e a empresa, adimplente no caixa, senta à mesa com os debenturistas para obter o waiver, a dispensa temporária, geralmente ao preço de taxa maior ou garantias extras.

PlatomAI Explica

O covenant é o cinto de segurança do credor: em vez de esperar o calote, os gatilhos disparam quando a saúde piora, antecipando a conversa para quando ainda há o que salvar. Para o investidor de crédito privado desta casa, é metade da análise: a taxa remunera o risco, os covenants o vigiam, e escritura frouxa é seguro sem apólice. A régua fecha em pergunta de leitura: antes do prêmio do papel, quais gatilhos me protegem, medidos como, verificados por quem?, porque na dívida, o contrato é o produto.

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