Bens Complementares
Os bens que andam de mãos dadas: pares cujo consumo é conjunto, impressora e cartucho, console e jogo, carro e combustível, de modo que o preço de um afeta a demanda do outro na direção oposta: encareceu o café, cai a venda de coador. O espelho dos bens substitutos, onde a alta de um empurra o consumo para o rival.
Exemplo Prático
A montadora vende o console barato e lucra nos jogos; a impressora quase de graça cobra a margem nos cartuchos: modelos de negócio inteiros construídos sobre a complementaridade, precificando o par, não o produto.
PlatomAI Explica
Os complementares revelam que demandas conversam entre si: produtos vivem em ecossistemas de pares e rivais, e quem precifica um sem olhar o outro erra a conta. O conceito fecha, com os substitutos, a gramática das elasticidades cruzadas desta casa, e sua régua é estratégica: todo negócio deve saber de quem é complemento e de quem é substituto, porque metade da sua demanda está sendo decidida no preço de um produto que não é seu.